A moda agora é assassinar as amásias. Que onda de assassinatos cometidos e intentados. Tudo isso se deve ao descontrole, estresse ou desordem mental; na verdade creio na falta de caráter do povo. Ultimamente, os valores não são os mesmos de outrora, a mim inclusive esse sentimento de posse e onipotência também compete, e quando eu diria que excluo os clérigos: hoje não mais; abusam de crianças, jovens desprotegidos que procuram na religião um subterfúgio da realidade vigente. E tudo isso é extremamente divulgado pelos meios de comunicação, ou melhor dizendo, imposto pela televisão.
Entretanto não fugindo do meu objetivo, como cita o Forensis Grissom não há o crime perfeito, pistas que apontam os culpados sempre aparecem. Infelizmente, os nossos telejornais e afins dispendiam mais tempo relatando dados sobre canalhices e ''calhordices'' (com o seu perdão Millôr) de homens com a vida relativamente tranquila que espalham o sofrimento, ou não, em famílias inteiras. Vejamos o caso da Rede Record: no jornal de ontem, dia vinte e nove, o noticiário gastou dez minutos e três intervalos mostrando todo o processo criminal do caso Bruno e Eliza Samúdio, claro que intercalando outras matérias subjetivamente de acordo com o prosseguimento jornalístico. Quando, no entanto, poderia esclarecer dúvidas dos consumidores, relatar sobre a bolsa de valores, inflação, intercâmbio monetário, whatever.
Muitas famílias buscam em seu horário de jantar uma sequência de notícias do dia-a-dia e recebem rajadas de más notícias de assassinatos, assaltos e altos graus de subserviência da população à violência. E isso, sinceramente, preocupa bastante, pois os filhos estão ao lado dos pais ouvindo tais relatos e claramente influenciam-se ou lembram-se de tais fatos em um futuro não longínquo.
Concordo que a imprensa tem que noticiar a população do que acontece ao nosso redor, porém creio que a abordagem é feita de maneira incorreta. Não obstante, vemos sempre que um caso repercute ativamente na mídia, há sempre pessoas na porta da delegacia ou prisão xingando os condenados ou réus.
Como já disse isso tudo corrobora para uma visão mais abastada de todos valores que seguiamos e hoje não mais. Atos malévolos estão acontecendo talvez nesse momento, no entanto a prevenção inicia-se dentro de casa. Deixemos o tubo de elétrons de lado e leiamos um livro; sem dúvida tem mais conteúdo.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
Avec pleasànt
Pour le calendrier revólutionnaire, le Directoire dure du quatre Brumaire an quatre au dix-huit Brumaire an huit. Il s'agit de la second tentative pour creer un régime stable constitutionnel. La pacification de l'ouest, la fin de la première coalition permettent l'établissement d'une nouvelle constituition. Pour la première fois en France, le pouvoir législatif repose sur parlement bicamerant: le Conseil des Cinq-Cents et le Conseil dus Ancients.
Le pouvoir exécutif est un directoire de cinq personnes nommeés par le conseil des Ancients sur une liste fournie par le Conseil de Cinq-Cents. Les ministres et les cinq directeurs ne sont pas responsables devant les assemblées, mais ils ne peuvent non plus les dissoudre. Comme 1791, aucune procédure ne permét de résoudre les conflits.
Prochain topique: Les Thermidoriens. Au revoir
Le pouvoir exécutif est un directoire de cinq personnes nommeés par le conseil des Ancients sur une liste fournie par le Conseil de Cinq-Cents. Les ministres et les cinq directeurs ne sont pas responsables devant les assemblées, mais ils ne peuvent non plus les dissoudre. Comme 1791, aucune procédure ne permét de résoudre les conflits.
Prochain topique: Les Thermidoriens. Au revoir
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Em Outubro
Vossos olhos e ouvidos, temo por tudo que veem na imprensa, mídia e céus, intensas falcatruas, maganices e roubalheiras. Entretanto, tudo isso teoricamente se encaminha para mudança: são as eleições 2010.
Deputados estadual e federal, senador, governador, presidente, respectivamente são dezesseis teclas que condizem com inflação, desemprego, analfabetismo e violência, porque nada disso se finda, apenas muda de culpa. Não interessa se aquele é de tal ferramenta, ou se este é animal, o trato populacional de gado ou rebanho é o mesmo durante os quatro anos de subserviência.
Uma grande opção, logo, é avaliarmos o plano de governo menos falível de cada candidato e realizar uma fria a análise do que sinceramente é factível durante o mandato. Como Aristóteles, Discurso sobre a Política, diria que todo CIDADÃO tem o direito de não gostar de política, no entanto se permite governar por quem gosta dela. Sendo assim, caros antros, peço para que revejam os conceitos de políticos e não desperdice em um dia de votação o que vai ser representado durante quatro anos pelo seu voto.
Deputados estadual e federal, senador, governador, presidente, respectivamente são dezesseis teclas que condizem com inflação, desemprego, analfabetismo e violência, porque nada disso se finda, apenas muda de culpa. Não interessa se aquele é de tal ferramenta, ou se este é animal, o trato populacional de gado ou rebanho é o mesmo durante os quatro anos de subserviência.
Uma grande opção, logo, é avaliarmos o plano de governo menos falível de cada candidato e realizar uma fria a análise do que sinceramente é factível durante o mandato. Como Aristóteles, Discurso sobre a Política, diria que todo CIDADÃO tem o direito de não gostar de política, no entanto se permite governar por quem gosta dela. Sendo assim, caros antros, peço para que revejam os conceitos de políticos e não desperdice em um dia de votação o que vai ser representado durante quatro anos pelo seu voto.
Inerte
Novamente, caros leitores, tento retomar a aurora da minha vida a qual meus tempos de desleixo não me livram. Nessa meia-vida, se me permitem os Curies, estive estudando e aprimorando minhas condições linguísticas e filosóficas além de direcionar minha atenção às causas sociais. Creio que assuntos mais inerentes ao cotidiano serão brevemente relatados e agora inserido nas tecnologias vigentes, pois, serei mais contundente nas abordagens. Que o Pai Celestial fique convosco, agradeço.
sábado, 17 de abril de 2010
Exposição
Especialmente hoje, tentarei criar dois posts, sobretudo pela pressa e pela vontade e incitação de reativar meu blog argu-filosófico. Tenho, em meia hora, várias criações porém inconclusivas e dissuadivas. Por isso , a explicação anterior feita, espero que compreendam a minha solicitude em escrevê-los e deixar algum esclarecimento sobre certos assuntos que repercutiram durante a minha semana.
Em um dia comum na semana, me fora perguntado se copiava os textos que são postados aqui. Respondi que não, mas se alguma coincidência estabeleceu-se certamente foi descuido meu em não utilizar ideias próprias, contudo realizar um estudo superficial e didático de grandes pensadores. E creio que por isso, eu use algumas paráfrases e comparações com tais intelectos. Já nessa esperança, tentarei ser mais sucinto e menos abrasivo nas palavras alheias.
Desde já, agradeço a posição tomada por pessoas em me questionar. Acho que a base de qualquer eloquência inicia-se com o diálogo. Sem mais, preparo para o próximo post.
Em um dia comum na semana, me fora perguntado se copiava os textos que são postados aqui. Respondi que não, mas se alguma coincidência estabeleceu-se certamente foi descuido meu em não utilizar ideias próprias, contudo realizar um estudo superficial e didático de grandes pensadores. E creio que por isso, eu use algumas paráfrases e comparações com tais intelectos. Já nessa esperança, tentarei ser mais sucinto e menos abrasivo nas palavras alheias.
Desde já, agradeço a posição tomada por pessoas em me questionar. Acho que a base de qualquer eloquência inicia-se com o diálogo. Sem mais, preparo para o próximo post.
terça-feira, 2 de março de 2010
Um nobre imortal, esquecido
Hoje, abordo um autor pouco citado nas rodas de amigos, na universidade e nas bibliotecas onde é dificilmente procurado: Fagundes Varella. Um imortal, poeta, boêmio e ótimo escritor. Fagundes, advindo de família rica, nasceu em 1841, no Brasil e iniciou seus trabalhos como poeta durante a segunda geração romântica (Byroniana). Em sua época, Fagundes era venerado como um dos maiores expoentes do romantismo platônico aqui no Brasil, sendo natural de Rio Claro no Rio de Janeiro, todavia sucedeu em Niterói.
Assim, naturalmente, ingressou na Universidade de São Paulo no curso de Direito (Largo do São Francisco) e logo, devido a sua transitoriedade e inquietação, transferiu-se para Universidade de Direito em Recife. Entretanto, abandonou o curso em seu quarto ano, alegando não ter a devida vocação para exercer a profissão, dedicou-se apenas à boêmia e à arte poética. Certamente noviço, casou-se aos vinte anos e teve um filho, que logo após o terceiro mês de vida, faleceu. Daí em diante, o sofrimento poético tomou conta de Fagundes Varella, que se entregou à bebida e à poesia.
Contudo, casou-se novamente com outra mulher e teve outras três crianças em um casamento com uma prima. Infelizmente, uma das crianças morreu aos onze anos e assim, Fagundes refugiou-se no campo e não voltou mais. Entregue às enfadonhas tristeza e ao álcool, ele viveu no campo com o dinheiro que seu pai lhe dava e escrevendo morreu prematuramente também, aos trinta e três anos.
Postumamente, recebeu o título de imortal, cedido e instanciado por Lúcio de Mendonça, ocupa o lauro de patrono da cadeira de número onze na Academia Brasileira de Letras, tendo seu busto ornado no silogeu brasileiro.
Despeço-me com a poesia ''Ideal'' desse nobre imortal:
Ideal - Fagundes Varella
Não és tú quem eu amo, não és!
Nem Teresa também, nem Ciprina;
Nem Mercedes a loira, nem mesmo
A travessa e gentil Valentina.
Quem eu amo te digo, está longe;
Lá nas terras do império chinês,
Num palácio de louça vermelha
Sobre um trono de azul japonês.
Tem a cútis mais fina e brilhante
Que as bandejas de cobre luzido;
Uns olhinhos de amêndoa, voltados,
Um nariz pequenino e torcido;
Tem uns pés...oh! Oh que pés, Santo Deus!
Mais mimosos que uns pés de criança,
Uma trança de seda e tão longa
Que a barriga das pernas alcança;
Não és tú quem eu amo, nem Laura,
Nem Mercedes, nem Lúcia, já vês;
A mulher que minh'alma idolatra,
É princesa do império chinês!
Assim, naturalmente, ingressou na Universidade de São Paulo no curso de Direito (Largo do São Francisco) e logo, devido a sua transitoriedade e inquietação, transferiu-se para Universidade de Direito em Recife. Entretanto, abandonou o curso em seu quarto ano, alegando não ter a devida vocação para exercer a profissão, dedicou-se apenas à boêmia e à arte poética. Certamente noviço, casou-se aos vinte anos e teve um filho, que logo após o terceiro mês de vida, faleceu. Daí em diante, o sofrimento poético tomou conta de Fagundes Varella, que se entregou à bebida e à poesia.
Contudo, casou-se novamente com outra mulher e teve outras três crianças em um casamento com uma prima. Infelizmente, uma das crianças morreu aos onze anos e assim, Fagundes refugiou-se no campo e não voltou mais. Entregue às enfadonhas tristeza e ao álcool, ele viveu no campo com o dinheiro que seu pai lhe dava e escrevendo morreu prematuramente também, aos trinta e três anos.
Postumamente, recebeu o título de imortal, cedido e instanciado por Lúcio de Mendonça, ocupa o lauro de patrono da cadeira de número onze na Academia Brasileira de Letras, tendo seu busto ornado no silogeu brasileiro.
Despeço-me com a poesia ''Ideal'' desse nobre imortal:
Ideal - Fagundes Varella
Não és tú quem eu amo, não és!
Nem Teresa também, nem Ciprina;
Nem Mercedes a loira, nem mesmo
A travessa e gentil Valentina.
Quem eu amo te digo, está longe;
Lá nas terras do império chinês,
Num palácio de louça vermelha
Sobre um trono de azul japonês.
Tem a cútis mais fina e brilhante
Que as bandejas de cobre luzido;
Uns olhinhos de amêndoa, voltados,
Um nariz pequenino e torcido;
Tem uns pés...oh! Oh que pés, Santo Deus!
Mais mimosos que uns pés de criança,
Uma trança de seda e tão longa
Que a barriga das pernas alcança;
Não és tú quem eu amo, nem Laura,
Nem Mercedes, nem Lúcia, já vês;
A mulher que minh'alma idolatra,
É princesa do império chinês!
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segunda-feira, 1 de março de 2010
Sob o olhar auspicioso
Ultimamente, a ordem maçônica tem se envolvido em situações constrangedoras: desvio, lavagem e inapropriação de recursos públicos. Infeliz é aquele tio que vê sua loja incluir-se em um grupo de goteiras e maçons irresponsáveis. Narrador onisciente, sou, porém, meu papel de sobrinho é relatar as atitudes errôneas e corruptas que ocorrem nesse exato momento na maçonaria matogrossense.
O caso mais recente é vivido nos orientes do Mato Grosso. O ex-presidente do TJMT, José Ferreira Leite, está sendo acusado de desvio e lavagem de dinheiro para a maçonaria, aquele julgado pelo Conselho Nacional de Justiça como administrativo e o respectivo como criminal. Nessa situação, a maçonaria seria utilizada como ''laranja'' e teria apenas um envolvimento figurativo, embora fosse desnecessária essa exposição. A repercussão consiste no sentido de o STJ conceder a aposentadoria aos magistrados, maçons, como punição administrativa para a acusação de corrupção; tudo isso defendido pela Lei Orgânica da Magistratura cuja reforma já é pleiteada pelos ministros relatores do caso.
Sobretudo, tenho certeza que os ensinamentos passados dentro das colunas não são estes: pretensão, vilania, soberba e idoneidade. Às colunas atribui-se o valor de esquecer o que fora vivido até o momento e a partir da entrada, tornar-se-ia um cidadão digno diante dos olhos dos homens de bem, virtuoso, tolerante e paciente, nada disso presente nessa ação de usar o nome secular da ordem. Embora irmãos, devem ser destinados aos castigos pertinentes à ação cometida e certamente isso o será feito.
Como DeMolay, zelo por minha integridade e realço meu apreço pela maçonaria e tento aplicar os ensinamentos lá dentro proferidos. Somente lamento pelo nome de tão grande ordem, corroborar com pequenos homens e ser estereotipada como dubtável, quando não a é. Apenas insisto em aludir aos maçons envolvidos, que estão sob o auspício daquele que tudo vê. Abraços fraternos.
O caso mais recente é vivido nos orientes do Mato Grosso. O ex-presidente do TJMT, José Ferreira Leite, está sendo acusado de desvio e lavagem de dinheiro para a maçonaria, aquele julgado pelo Conselho Nacional de Justiça como administrativo e o respectivo como criminal. Nessa situação, a maçonaria seria utilizada como ''laranja'' e teria apenas um envolvimento figurativo, embora fosse desnecessária essa exposição. A repercussão consiste no sentido de o STJ conceder a aposentadoria aos magistrados, maçons, como punição administrativa para a acusação de corrupção; tudo isso defendido pela Lei Orgânica da Magistratura cuja reforma já é pleiteada pelos ministros relatores do caso.
Sobretudo, tenho certeza que os ensinamentos passados dentro das colunas não são estes: pretensão, vilania, soberba e idoneidade. Às colunas atribui-se o valor de esquecer o que fora vivido até o momento e a partir da entrada, tornar-se-ia um cidadão digno diante dos olhos dos homens de bem, virtuoso, tolerante e paciente, nada disso presente nessa ação de usar o nome secular da ordem. Embora irmãos, devem ser destinados aos castigos pertinentes à ação cometida e certamente isso o será feito.
Como DeMolay, zelo por minha integridade e realço meu apreço pela maçonaria e tento aplicar os ensinamentos lá dentro proferidos. Somente lamento pelo nome de tão grande ordem, corroborar com pequenos homens e ser estereotipada como dubtável, quando não a é. Apenas insisto em aludir aos maçons envolvidos, que estão sob o auspício daquele que tudo vê. Abraços fraternos.
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