Especialmente hoje, tentarei criar dois posts, sobretudo pela pressa e pela vontade e incitação de reativar meu blog argu-filosófico. Tenho, em meia hora, várias criações porém inconclusivas e dissuadivas. Por isso , a explicação anterior feita, espero que compreendam a minha solicitude em escrevê-los e deixar algum esclarecimento sobre certos assuntos que repercutiram durante a minha semana.
Em um dia comum na semana, me fora perguntado se copiava os textos que são postados aqui. Respondi que não, mas se alguma coincidência estabeleceu-se certamente foi descuido meu em não utilizar ideias próprias, contudo realizar um estudo superficial e didático de grandes pensadores. E creio que por isso, eu use algumas paráfrases e comparações com tais intelectos. Já nessa esperança, tentarei ser mais sucinto e menos abrasivo nas palavras alheias.
Desde já, agradeço a posição tomada por pessoas em me questionar. Acho que a base de qualquer eloquência inicia-se com o diálogo. Sem mais, preparo para o próximo post.
sábado, 17 de abril de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
Um nobre imortal, esquecido
Hoje, abordo um autor pouco citado nas rodas de amigos, na universidade e nas bibliotecas onde é dificilmente procurado: Fagundes Varella. Um imortal, poeta, boêmio e ótimo escritor. Fagundes, advindo de família rica, nasceu em 1841, no Brasil e iniciou seus trabalhos como poeta durante a segunda geração romântica (Byroniana). Em sua época, Fagundes era venerado como um dos maiores expoentes do romantismo platônico aqui no Brasil, sendo natural de Rio Claro no Rio de Janeiro, todavia sucedeu em Niterói.
Assim, naturalmente, ingressou na Universidade de São Paulo no curso de Direito (Largo do São Francisco) e logo, devido a sua transitoriedade e inquietação, transferiu-se para Universidade de Direito em Recife. Entretanto, abandonou o curso em seu quarto ano, alegando não ter a devida vocação para exercer a profissão, dedicou-se apenas à boêmia e à arte poética. Certamente noviço, casou-se aos vinte anos e teve um filho, que logo após o terceiro mês de vida, faleceu. Daí em diante, o sofrimento poético tomou conta de Fagundes Varella, que se entregou à bebida e à poesia.
Contudo, casou-se novamente com outra mulher e teve outras três crianças em um casamento com uma prima. Infelizmente, uma das crianças morreu aos onze anos e assim, Fagundes refugiou-se no campo e não voltou mais. Entregue às enfadonhas tristeza e ao álcool, ele viveu no campo com o dinheiro que seu pai lhe dava e escrevendo morreu prematuramente também, aos trinta e três anos.
Postumamente, recebeu o título de imortal, cedido e instanciado por Lúcio de Mendonça, ocupa o lauro de patrono da cadeira de número onze na Academia Brasileira de Letras, tendo seu busto ornado no silogeu brasileiro.
Despeço-me com a poesia ''Ideal'' desse nobre imortal:
Ideal - Fagundes Varella
Não és tú quem eu amo, não és!
Nem Teresa também, nem Ciprina;
Nem Mercedes a loira, nem mesmo
A travessa e gentil Valentina.
Quem eu amo te digo, está longe;
Lá nas terras do império chinês,
Num palácio de louça vermelha
Sobre um trono de azul japonês.
Tem a cútis mais fina e brilhante
Que as bandejas de cobre luzido;
Uns olhinhos de amêndoa, voltados,
Um nariz pequenino e torcido;
Tem uns pés...oh! Oh que pés, Santo Deus!
Mais mimosos que uns pés de criança,
Uma trança de seda e tão longa
Que a barriga das pernas alcança;
Não és tú quem eu amo, nem Laura,
Nem Mercedes, nem Lúcia, já vês;
A mulher que minh'alma idolatra,
É princesa do império chinês!
Assim, naturalmente, ingressou na Universidade de São Paulo no curso de Direito (Largo do São Francisco) e logo, devido a sua transitoriedade e inquietação, transferiu-se para Universidade de Direito em Recife. Entretanto, abandonou o curso em seu quarto ano, alegando não ter a devida vocação para exercer a profissão, dedicou-se apenas à boêmia e à arte poética. Certamente noviço, casou-se aos vinte anos e teve um filho, que logo após o terceiro mês de vida, faleceu. Daí em diante, o sofrimento poético tomou conta de Fagundes Varella, que se entregou à bebida e à poesia.
Contudo, casou-se novamente com outra mulher e teve outras três crianças em um casamento com uma prima. Infelizmente, uma das crianças morreu aos onze anos e assim, Fagundes refugiou-se no campo e não voltou mais. Entregue às enfadonhas tristeza e ao álcool, ele viveu no campo com o dinheiro que seu pai lhe dava e escrevendo morreu prematuramente também, aos trinta e três anos.
Postumamente, recebeu o título de imortal, cedido e instanciado por Lúcio de Mendonça, ocupa o lauro de patrono da cadeira de número onze na Academia Brasileira de Letras, tendo seu busto ornado no silogeu brasileiro.
Despeço-me com a poesia ''Ideal'' desse nobre imortal:
Ideal - Fagundes Varella
Não és tú quem eu amo, não és!
Nem Teresa também, nem Ciprina;
Nem Mercedes a loira, nem mesmo
A travessa e gentil Valentina.
Quem eu amo te digo, está longe;
Lá nas terras do império chinês,
Num palácio de louça vermelha
Sobre um trono de azul japonês.
Tem a cútis mais fina e brilhante
Que as bandejas de cobre luzido;
Uns olhinhos de amêndoa, voltados,
Um nariz pequenino e torcido;
Tem uns pés...oh! Oh que pés, Santo Deus!
Mais mimosos que uns pés de criança,
Uma trança de seda e tão longa
Que a barriga das pernas alcança;
Não és tú quem eu amo, nem Laura,
Nem Mercedes, nem Lúcia, já vês;
A mulher que minh'alma idolatra,
É princesa do império chinês!
Marcadores:
boêmia,
Byronianismo,
campo,
Fagundes Varela,
Fagundes Varella,
poema ideal,
poesia,
Romantismo,
Segunda Geração,
Spleen,
UFPE,
USP
segunda-feira, 1 de março de 2010
Sob o olhar auspicioso
Ultimamente, a ordem maçônica tem se envolvido em situações constrangedoras: desvio, lavagem e inapropriação de recursos públicos. Infeliz é aquele tio que vê sua loja incluir-se em um grupo de goteiras e maçons irresponsáveis. Narrador onisciente, sou, porém, meu papel de sobrinho é relatar as atitudes errôneas e corruptas que ocorrem nesse exato momento na maçonaria matogrossense.
O caso mais recente é vivido nos orientes do Mato Grosso. O ex-presidente do TJMT, José Ferreira Leite, está sendo acusado de desvio e lavagem de dinheiro para a maçonaria, aquele julgado pelo Conselho Nacional de Justiça como administrativo e o respectivo como criminal. Nessa situação, a maçonaria seria utilizada como ''laranja'' e teria apenas um envolvimento figurativo, embora fosse desnecessária essa exposição. A repercussão consiste no sentido de o STJ conceder a aposentadoria aos magistrados, maçons, como punição administrativa para a acusação de corrupção; tudo isso defendido pela Lei Orgânica da Magistratura cuja reforma já é pleiteada pelos ministros relatores do caso.
Sobretudo, tenho certeza que os ensinamentos passados dentro das colunas não são estes: pretensão, vilania, soberba e idoneidade. Às colunas atribui-se o valor de esquecer o que fora vivido até o momento e a partir da entrada, tornar-se-ia um cidadão digno diante dos olhos dos homens de bem, virtuoso, tolerante e paciente, nada disso presente nessa ação de usar o nome secular da ordem. Embora irmãos, devem ser destinados aos castigos pertinentes à ação cometida e certamente isso o será feito.
Como DeMolay, zelo por minha integridade e realço meu apreço pela maçonaria e tento aplicar os ensinamentos lá dentro proferidos. Somente lamento pelo nome de tão grande ordem, corroborar com pequenos homens e ser estereotipada como dubtável, quando não a é. Apenas insisto em aludir aos maçons envolvidos, que estão sob o auspício daquele que tudo vê. Abraços fraternos.
O caso mais recente é vivido nos orientes do Mato Grosso. O ex-presidente do TJMT, José Ferreira Leite, está sendo acusado de desvio e lavagem de dinheiro para a maçonaria, aquele julgado pelo Conselho Nacional de Justiça como administrativo e o respectivo como criminal. Nessa situação, a maçonaria seria utilizada como ''laranja'' e teria apenas um envolvimento figurativo, embora fosse desnecessária essa exposição. A repercussão consiste no sentido de o STJ conceder a aposentadoria aos magistrados, maçons, como punição administrativa para a acusação de corrupção; tudo isso defendido pela Lei Orgânica da Magistratura cuja reforma já é pleiteada pelos ministros relatores do caso.
Sobretudo, tenho certeza que os ensinamentos passados dentro das colunas não são estes: pretensão, vilania, soberba e idoneidade. Às colunas atribui-se o valor de esquecer o que fora vivido até o momento e a partir da entrada, tornar-se-ia um cidadão digno diante dos olhos dos homens de bem, virtuoso, tolerante e paciente, nada disso presente nessa ação de usar o nome secular da ordem. Embora irmãos, devem ser destinados aos castigos pertinentes à ação cometida e certamente isso o será feito.
Como DeMolay, zelo por minha integridade e realço meu apreço pela maçonaria e tento aplicar os ensinamentos lá dentro proferidos. Somente lamento pelo nome de tão grande ordem, corroborar com pequenos homens e ser estereotipada como dubtável, quando não a é. Apenas insisto em aludir aos maçons envolvidos, que estão sob o auspício daquele que tudo vê. Abraços fraternos.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Roterdã e seu ''Errasmo''
Tomo por base, agora, o acadêmico, teólogo e humanista Erasmo de Roterdã, um filósofo pouco conhecido, todavia muito importante para a formação religiosa e seus preceitos. Era um grande estudioso, embora não tomasse partido na época da reforma luterana, apresentava tais traços que o interpretavam como protestante. Na verdade, Erasmo fora um perfeito hesitante: vezes não queria ferir os dogmas que tanto cultivava de Santo Agostinho, vezes não concordava com as atitudes do clero vigente. Criado dentro do monastério, ele, após iniciar a vida acadêmica, resolve tomar para sua vida, uma literatura independente, de país, cultura ou academia. Talvez, daí seu pequeno reconhecimento, entre as notoriedades, decorra.
Erasmo, até então, viajante nômade, refugia-se na Basileia (Suíça) em um local totalmente neutro e desprovido de cobranças ou falsos elogios. Nos Alpes, inicia os seus esforços empenhado em ajudar o rei Carlos III da Espanha, através de textos, ou sermões. Em um desses textos, confecciona uma obra notória até nos dias de hoje: Elogio da Loucura. Dedicando-o a um amigo, sem querer, tornou-se um grande catalisador para a Reforma Protestante.
Na obra, o espírito satírico do início cede lugar ao sombrio, em orações. A loucura dessa mudança é a apreciação da característica depreciativa, logo seguida pelo uso da sátira à Igreja Católica Romana e seus abusos supersticiosos quanto a riqueza. Por fim, Erasmo deixa um depoimento ensaista de despedida, o qual relata suas experiências monásticas.
Há de se mencionar também a contribuição de Erasmo de Roterdã na retórica e alusão à luxúria uma vez que elogia às coisas sem valor (adoxografia). Corrobora para a oratória e além de ser um grande intelectual, Erasmo de Roterdã é um tópico que merece mais atenção, mesmo sendo, talvez, hesitante em suas escolhas.
Erasmo, até então, viajante nômade, refugia-se na Basileia (Suíça) em um local totalmente neutro e desprovido de cobranças ou falsos elogios. Nos Alpes, inicia os seus esforços empenhado em ajudar o rei Carlos III da Espanha, através de textos, ou sermões. Em um desses textos, confecciona uma obra notória até nos dias de hoje: Elogio da Loucura. Dedicando-o a um amigo, sem querer, tornou-se um grande catalisador para a Reforma Protestante.
Na obra, o espírito satírico do início cede lugar ao sombrio, em orações. A loucura dessa mudança é a apreciação da característica depreciativa, logo seguida pelo uso da sátira à Igreja Católica Romana e seus abusos supersticiosos quanto a riqueza. Por fim, Erasmo deixa um depoimento ensaista de despedida, o qual relata suas experiências monásticas.
Há de se mencionar também a contribuição de Erasmo de Roterdã na retórica e alusão à luxúria uma vez que elogia às coisas sem valor (adoxografia). Corrobora para a oratória e além de ser um grande intelectual, Erasmo de Roterdã é um tópico que merece mais atenção, mesmo sendo, talvez, hesitante em suas escolhas.
De 1900 a 2010, perdura Keynes!
Não obstante, presumo constar sobre John Keynes, o Karl Marx do vigésimo século ou mesmo equipará-lo em importância com Nash e Levi-Strauss, embora o este seja pouco difundido entre os mais incautos, sinto a obrigação de citá-lo em conjunto com os dois, haja visto o seu falecimento há poucos meses. Mas esse não é nosso foco, Keynes e sua teoria de que o Estado tende a permanecer em constante mutação me agrada bastante. Em um de seus célebres discursos, graças ao recurso eletrônico da internet, pude retirar frases de impacto, dentre as quais denoto: ''aqueles que verdadeiramente trilham o caminho da sã sabedoria e da virtude, são os que menos se ocupam em pensar no amanhã''. A frase lida assim, cruamente, entra em um contexto não muito favorável, entretanto se compreendê-la no contexto de sua palestra ministrada na Universidade de Cambridge, provavelmente se pode desprender do texto que uma conduta maleável e inquestionável de polidez e exatidão não necessita de calcular um futuro, pois este já está garantido e repleto de sucesso e retidão.
Keynes não representou somente um grande pensador, porém um grande visionista, formador da macroeconomia, fora também um teorista e representou uma excelente referência no que toca a economia durante a Segunda Guerra Mundial. O seu fundamento mais importante e utilizado já retirou muitas potências de crises inviáveis (Estados Unidos da América, Inglaterra) - gastar em investimentos uma quantia cujo governo não possui, a fim de inchar a economia e recuperar a balança comercial favorável. Apenas, considerando que o investimento seja produto da interação entre eficiência e juros.
Sobretudo, John Keynes ressaltava a intervenção do Estado, contrariando Smith, pois esta intromissão seria útil para minimizar os efeitos contrários de ciclos má sucedidos, inflações e recessões como a vivida até o segundo semestre de 2009, tudo isso superado pela medida fiscal intervencionista uma vez defendida por Keynes; um célebre intelecto que vive através de seus ideiais após a posteridade.
Keynes não representou somente um grande pensador, porém um grande visionista, formador da macroeconomia, fora também um teorista e representou uma excelente referência no que toca a economia durante a Segunda Guerra Mundial. O seu fundamento mais importante e utilizado já retirou muitas potências de crises inviáveis (Estados Unidos da América, Inglaterra) - gastar em investimentos uma quantia cujo governo não possui, a fim de inchar a economia e recuperar a balança comercial favorável. Apenas, considerando que o investimento seja produto da interação entre eficiência e juros.
Sobretudo, John Keynes ressaltava a intervenção do Estado, contrariando Smith, pois esta intromissão seria útil para minimizar os efeitos contrários de ciclos má sucedidos, inflações e recessões como a vivida até o segundo semestre de 2009, tudo isso superado pela medida fiscal intervencionista uma vez defendida por Keynes; um célebre intelecto que vive através de seus ideiais após a posteridade.
Marcadores:
crise,
Economia,
investimento,
John Keynes,
Keynesianismo,
macroeconomia,
recessão
O ''santo'' matrimônio
Uma vez, certo padre diria: '' para falar ao vento são necessárias palavras; para falar ao coração são necessárias obras''; era mais um trecho retirado dos sermões de Antônio Vieira, aquele abade português que vivia no Brasil. Inicio assim, mais um post não relacionado à filosofia e sociologia, como costumeiramente eu o fazia. Abordo uma frase do Padre Antônio Vieira, grande entusiasta do casamento por interesses econômicos; descoberta por uma releitura de seus sermões, essa situação é demasiadamente corriqueira em nosso cotidiano, uma vez (várias vezes) negada por homens e mulheres do nosso país varonil.
Aquela união arranjada perdeu a vez, logo tomou partido a união financiada; como diria um romance globalmente visto: o amor se constrói, ou seja, não existe um sentimento formado antes de ter uma casa em um bairro bom, mobília nova, carro do ano e dinheiro no banco. Em certa parte, concordo com o princípio feminino de estrutura formada. Actualmente, é raro aquele relacionamento não-fundado nos padrões internacionais do commonwealth.
Pois bem, o santo matrimônio fora cambiado por um jogo de interesses e de falsa pretensão: leva quem tiver o ego mais alto. As medidas religiosas de ''na riqueza ou na pobreza'' caíram por terra e tudo o que restou foi o dogma histórico-religioso do capitalismo. Já dizia Nelson Rodrigues, exímio dramaturgo nacional, que o dinheiro compra até um amor verdadeiro; infelizmente esse é o retrato atual BÁSICO das relações afetivas. Ratificando novamente que existem romances autênticos, embora escassos, perduram.
Aquela união arranjada perdeu a vez, logo tomou partido a união financiada; como diria um romance globalmente visto: o amor se constrói, ou seja, não existe um sentimento formado antes de ter uma casa em um bairro bom, mobília nova, carro do ano e dinheiro no banco. Em certa parte, concordo com o princípio feminino de estrutura formada. Actualmente, é raro aquele relacionamento não-fundado nos padrões internacionais do commonwealth.
Pois bem, o santo matrimônio fora cambiado por um jogo de interesses e de falsa pretensão: leva quem tiver o ego mais alto. As medidas religiosas de ''na riqueza ou na pobreza'' caíram por terra e tudo o que restou foi o dogma histórico-religioso do capitalismo. Já dizia Nelson Rodrigues, exímio dramaturgo nacional, que o dinheiro compra até um amor verdadeiro; infelizmente esse é o retrato atual BÁSICO das relações afetivas. Ratificando novamente que existem romances autênticos, embora escassos, perduram.
Marcadores:
Amor,
Commonwealth,
dinheiro,
matrimônio,
Nelson Rodrigues,
Padre Antônio Vieira
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Reiterações
Leitores, convoco-os novamente a acompanhar as teorias filosóficas postadas neste humilde véiculo informativo. Sinto profundamente por deixá-los em evidência durante o período carnavalesco mas prometo que a partir de hoje as postagens são semanalmente revisadas e renovadas.
A lição retirada desse ínterim de descanso foi puramente baseada em Vassel Symonchev; os prazeres estão, entre si, ligados à carne, ou seja, a massa humana, com seus hormônios e proteínas, tem como produto o desejo mais ímpio, a libido (antes descrita por Freud). Nota-se a disponibilidade de dar e receber afeto nessa época. Caso esse altruísmo fosse cultivado durante todo o ano, creio que ninguém dormiria em praças, albergues e a fome estaria extinta.
Há de se medir também o capital investido em um único sentido, sem retorno. Ou elaborando melhor a frase, dispõe-se o dinheiro, tendo em vista um lucro relativo, dirigindo-o aos mais espertos.
Deixemos esse tópico de lado, pois não é meu intuito refutar a festividade que tanto alegra a população desenvolta brasileira.
Os próximos posts serão mais interessante do que esse, fiquem no gancho.
A lição retirada desse ínterim de descanso foi puramente baseada em Vassel Symonchev; os prazeres estão, entre si, ligados à carne, ou seja, a massa humana, com seus hormônios e proteínas, tem como produto o desejo mais ímpio, a libido (antes descrita por Freud). Nota-se a disponibilidade de dar e receber afeto nessa época. Caso esse altruísmo fosse cultivado durante todo o ano, creio que ninguém dormiria em praças, albergues e a fome estaria extinta.
Há de se medir também o capital investido em um único sentido, sem retorno. Ou elaborando melhor a frase, dispõe-se o dinheiro, tendo em vista um lucro relativo, dirigindo-o aos mais espertos.
Deixemos esse tópico de lado, pois não é meu intuito refutar a festividade que tanto alegra a população desenvolta brasileira.
Os próximos posts serão mais interessante do que esse, fiquem no gancho.
Assinar:
Postagens (Atom)
